Mudar a vida ou não?

Série: Não Perca Mais Tempo 15/45

A nossa vida é sempre uma experiência acumulativa dos anos em que vivemos, ou sobrevivemos.

Cada experiência é rica em detalhes, sejam eles dolorosos, felizes ou educativos. Traumáticos ou sublimes. Elas fazem parte da nossa herança de vida. Nem sempre nos serviram para muito, mas nenhuma experiência vivida passa sem deixar alguma coisa em nós.

Mas de tempos em tempos acabamos achar que nossa vida não faz sentido algum, e que estamos vivendo no automático, sem perspectivas, ou sem conseguir atingir nossas metas pessoais. Ai bate o desânimo, as dores aparecem e o desespero chega. O que devemos fazer?

Não sei!

Ninguém tem a receita para que os problemas nossos do dia a dia sejam resolvidos a contento. Ninguém consegue dar a medida exata para solucionar nossos anseios. Nenhuma seção de terapia, ou nenhum medicamento.

Nestes momentos ou nos aproximamos de alguma religião, ou nos afastamos de vez. Como mudar nossa vida?

Mudar para quê, porquê e como? Tudo o que somos pode de uma maneira ou outra precisar de uns ajustes, melhorias (sempre na nossa visão), sempre para podermos viver em sociedade, ou para termos algum ganho pessoal. É difícil fazer parte do mundo, mas também não é necessário que levemos tudo ao extremo.

Não precisa ser chato ou legal ao extremo, não precisamos nos exercitarmos loucamente em uma academia apenas para atingirmos o “padrão de beleza” imposto… mesmo porque cada pessoa tem um biotipo próprio, não precisamos ter todo o dinheiro do mundo, nem sermos hipocritamente desapegados ao ponto de agirmos desleixadamente. Não dá para se usar a mesma receita em todos os casos, para pessoas diferentes.

Devemos viver sem sabotarmos a nossa felicidade.

dica de leitura: Mudar – Flávio Gikovate  ed. MG Editores