Livro de Jonas (Círculo Bíblico – 4/4)

Círculo Bíblico: Livro de Jonas – 4/4

Este é o quarto de uma série de 4 posts que tratarão de um Círculo Bíblico sobre o Livro de Jonas. A ideia é fazer encontros com a comunidade ou grupos interessados no estudo da Bíblia (dentro ou fora da igreja) e não uma palestra onde um fala e os outros ouvem, mas sim uma partilha numa conversa, mais como uma vivência da fé do que apenas um sermão. Para isso é importante que todos tenham nas mãos a Bíblia e caso contrário, ao menos o Livro de Jonas (editoras como a Paulus tem edições mais acessíveis apenas com os livros separados da Bíblia como um todo) ou em ultimo caso um folheto impresso com os capítulos que serão lidos. De qualquer forma o ambiente é muito importante e mais ainda que sejam respeitados horários, dias e frequências com que os encontros acontecerão. Funciona muito bem se for uma vez por semana, mas a demanda dos participantes deve ser levada em consideração. Grupos com até 20 pessoas são mais interessantes do que grandes grupos, para que o trabalho seja mais próximo, mas não impede que sejam formados grupos bem maiores. É indispensável que tenha-se ao menos uma equipe (podem ser 2 ou 3 pessoas) para preparar o espaço (decoração, café ou suco ou lanche se for o caso) e tentar fazer estes encontros na igreja e ainda melhor se for nas casas das pessoas. Exemplo: Hoje é na casa do João, no próximo encontro o grupo vai na casa da Maria e assim por diante, assim já se cria um ambiente mais amigável e familiar abrindo a possibilidade da família acolhedora partilhar. Não posso esquecer de frisar que os encontros devem durar até 50 minutos (1 hora no máximo), encontros muito longos não são proveitosos, se tornam cansativos e desestimulam a participação no restante do círculo. Entregar um certificado no final é uma boa ideia.

Cronograma

  1. Oração Inicial
  2. Canto
  3. Leitura (dividir em partes para que todos que se sentirem a vontade possam ler)
  4. Junto com cada parte lida cabe a discussão sobre o que foi lido
  5. Plenária (o que cada um entendeu)
  6. Fechamento com uma oração e o abraço da paz (um canto também é interessante)
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12 Profetas, conjunto de esculturas barrocas do artista Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, produzidas em pedra-sabão entre 1795 e 1805, em Minas Gerais. Este é o profeta Jonas no Santuário Bom Jesus de Matosinhos – MG

Capitulo 4 – A Lição de Jonas

“1.Jonas ficou profundamente indignado com isso e, muito irritado, dirigiu ao Senhor esta prece: Ah, Senhor, era bem isto que eu dizia quando estava ainda na minha terra! É por isso que eu tentei esquivar-me, fugindo para Társis, 2.porque sabia que sois um Deus clemente e misericordioso, de coração grande, de muita benignidade e compaixão pelos nossos males. 3.Agora, Senhor, toma a minha alma, porque me é melhor a morte que a vida. 4.O Senhor respondeu-lhe: (Julgas que) tens razão para te afligires assim? 5.Então saiu Jonas da cidade e fixou-se a oriente da mesma cidade. Fez uma cabana para si e lá permaneceu, à sombra, esperando para ver o que aconteceria à cidade. 6.O Senhor Deus fez crescer um pé de mamona, que se levantou acima de Jonas, para fazer sombra à sua cabeça e curá-lo de seu mau humor. Jonas alegrou-se grandemente com aquela mamoneira. 7.Mas, no dia seguinte, ao romper da manhã, mandou Deus um verme que roeu a raiz da mamona, e esta secou. 8.Quando o sol se levantou, Deus fez soprar um vento ardente do oriente, e o sol dardejou seus raios sobre a cabeça de Jonas, de forma que o profeta, desfalecido, desejou a morte, dizendo: Prefiro a morte à vida. 9.O Senhor disse a Jonas: (Julgas que) fazes bem em te irritares por causa de uma planta? Jonas respondeu: Sim, tenho razão de me irar até a morte. 10.Tiveste compaixão de um arbusto, replicou-lhe o Senhor, pelo qual nada fizeste, que não fizeste crescer, que nasceu numa noite e numa noite morreu. 11.E então, não hei de ter compaixão da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil seres humanos, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e uma inumerável multidão de animais?…”
Jonas, 4 – Bíblia Católica Online

Jn-4

 

O que podemos refletir sobre isso

O livro de Jonas termina abruptamente. Mas uma coisa dá para se perceber, o profeta não fica contente com o desfecho. Lembra muito aquelas pessoas que gostam de “dar ordens a Deus” (tenho medo destas pessoas) e julgam as outras pessoas com sentenças que parecem pragas, sentenças de dor e morte. Muitas vezes essas pessoas julgam por uma questão de religião e outras apenas por atitudes diferentes. Mas onde está a fé de cada um? Não é no coração? E quem conhece o coração de cada um? Deus e a própria pessoa!

Posso afirmar que Jonas não percebeu o grande milagre que operou guiado pelo próprio Deus, salvou cerca de 150 mil habitantes que viviam na cidade na época (3 vezes mais o número de habitantes de Babilônia). Ele não entendeu que Deus sinalizava que estava ali para todos e não apenas para um séquito de pessoas. Hoje vemos muito isso: pessoas de certas igrejas ou até mesmo de certos grupos na própria igreja julgarem que a salvação chegará apenas para elas, deveriam ler mais cuidadosamente o Livro de Jonas e perceber que Deus quer salvar a todos.

No final do livro de Jonas, não ficamos sabendo o que aconteceu com ele. Será que o motivo é para que nós escrevamos o final com a nossa própria vida?

Segundo o Livro de Jonas, os habitantes de Nínive (e povoados dependentes) mais dados à superstição e ao temor das divindades, teriam mostrado-se arrependidos de sua conduta sanguinária fazendo jejum e vestidos de sacos sarapilheira. Jonas se mostra desgostoso pela não destruição de Nínive e acaba por ser repreendido por isso.

Cerca de cem anos depois, Naum, profeta israelita do Antigo Testamento, avisa que Nínive será destruída. Interessante ver como o tempo muda as coisas e uma nova geração de pessoas volta a cometer os mesmos erros.

Milton Cesar

Signo-de-jonás

Nínive era a florescente capital do império Assírio (2Reis 19,36); e foi, ostensivamente, a casa do Rei Senaqueribe, Rei da Assíria, durante o reinado bíblico do rei Ezequias e da carreira profética de Isaías. De acordo com as escrituras, Nínive foi também o lugar onde Senaqueribe morreu nas mãos de seus dois filhos,após derrota de seu numeroso exercito(segundo a bíblia por apenas um anjo enviado por Deus [2Cr 32,21] seus filhos fugiram para a terra de Ararate. O livro do profeta Naum é quase exclusivamente uma coleta de denúncias e profecias contra essa cidade.

Quem foi Jonas

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Santuário Bom Jesus de Matosinhos – MG – Brasil

 

Jonas (do hebraico יוֹנָה [Yonah]; em latim Ionas) foi, segundo a Bíblia, um profeta israelita da Tribo de Zebulom, filho de Amitai, natural de Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel Setentrional. (II Reis 14:25; Jonas 1:1) Crê-se que tenha sido o escritor do livro bíblico do Antigo Testamento que leva o seu nome.

O Livro de Jonas é um livro profético e faz parte dos chamados profetas menores, mas isso não quer dizer que ele tenha menos importância que os demais, trata-se sim do tamanho do livro. Por exemplo o Livro de Jonas tem apenas 4 capítulos já o livro de Isaías tem 66 capítulos e este pertence ao grupo dos profetas maiores.

 

 

CATEQUESE do Papa Francisco
Sala Paulo VI – Vaticano
Quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Boletim da Santa Sé
Tradução livre: Jéssica Marçal

Queridos irmãos e irmãs, bom dia,

Na Sagrada Escritura, entre os profetas de Israel, aparece uma figura um pouco anormal, um profeta que tenta escapar do chamado do Senhor rejeitando colocar-se a serviço do plano divino da salvação. Trata-se do profeta Jonas, de quem se narra a história em um pequeno livro de apenas quatro capítulos, uma espécie de parábola portadora de um grande ensinamento, aquele da misericórdia de Deus que perdoa.

Jonas é um profeta “em saída” e também um profeta em fuga! É um profeta em saída que Deus envia “à periferia”, em Nínive, para converter os moradores daquela grande cidade. Mas Nínive, para um israelita como Jonas, representava uma realidade ameaçadora, o inimigo que colocava em perigo a própria Jerusalém e, portanto, a destruir, não a salvar. Por isso, quando Deus manda Jonas para rezar naquela cidade, o profeta, que conhece a bondade do Senhor e o seu desejo de perdoar, procura escapar da sua tarefa e foge.

Durante a sua fuga, o profeta entra em contato com alguns pagãos, os marinheiros do navio no qual ele embarcou para se afastar de Deus e da sua missão. E foge para longe, porque Nínive ficava na região do Iraque e ele foge para a Espanha, foge sério. E é justamente o comportamento daqueles homens pagãos, como depois será dos moradores de Nínive, que nos permite hoje refletir um pouco sobre esperança que, diante do perigo e da morte, se exprime em oração.

De fato, durante a travessia do mar, surge uma tremenda tempestade, e Jonas desce para o porão do navio e se abandona ao sono. Os marinheiros, em vez disso, vendo-se perdidos, “invocaram cada um o próprio deus”: eram pagãos (Jn 1, 5). O capitão do navio acorda Jonas dizendo-lhe: “O que fazes dormindo? Levanta-te, invoca o teu Deus! Talvez Deus vai pensar em nós e não pereceremos” (Jn 1, 6).

A reação destes “pagãos” é a justa reação diante da morte, diante do perigo; porque é então que o homem faz completa experiência da própria fragilidade e da própria necessidade de salvação. O instintivo horror de morrer desperta a necessidade de esperar no Deus da vida. “Talvez Deus pensará em nós e não pereceremos”: são as palavras da esperança que se torna oração, aquela súplica cheia de angústia que sai dos lábios do homem diante de um iminente perigo de morte.

Muito facilmente nós desdenhamos o dirigir-se a Deus na necessidade como se fosse apenas uma oração interessada, e por isso imperfeita. Mas Deus conhece a nossa fraqueza, sabe que nos recordamos Dele para pedir ajuda, e com o sorriso indulgente de um pai, Deus responde com benevolência.

Quando Jonas, reconhecendo as próprias responsabilidades, se joga ao mar para salvar os seus companheiros de viagem, a tempestade se acalma. A morte iminente levou aqueles homens pagãos à oração, fez com que o profeta, apesar de tudo, vivesse a própria vocação a serviço dos outros aceitando sacrificar-se por eles, e agora conduz os sobreviventes ao reconhecimento do verdadeiro Senhor e ao louvor. Os marinheiros, que tinham rezado com medo dirigindo-se aos seus deuses, agora, com sincero temor do Senhor, reconhecem o verdadeiro Deus e oferecem sacrifícios e votos. A esperança que os tinha induzido a rezar para não morrer, se revela ainda mais poderosa e trabalha uma realidade que vai também além do que eles esperavam: não somente não perecem na tempestade, mas se abrem ao reconhecimento do verdadeiro e único Senhor do céu e da terra.

Sucessivamente, também os moradores de Nínive, diante da perspectiva de serem destruídos, rezarão, movidos pela esperança no perdão de Deus. Farão penitência, invocarão o Senhor e se converterão a Ele, a começar pelo rei que, como o capitão do navio, dá voz à esperança dizendo: “Quem sabe Deus se arrependerá […] e deixará de nos perder!” (Jn 3, 9). Também para eles, como para a tripulação na tempestade, ter enfrentado a morte e ter saído salvos os levou à verdade. Assim, sob a misericórdia divina e ainda mais à luz do mistério pascal, a morte pode se tornar, como foi para São Francisco de Assis, “nossa irmã morte” e representar, para cada homem e para cada um de nós, a surpreendente ocasião de conhecer a esperança e de encontrar o Senhor. Que o Senhor nos faça entender essa relação entre oração e esperança. A oração te leva adiante na esperança e quando as coisas se tornam escuras, é preciso mais oração! E haverá mais esperança. Obrigado. 

Radicais islâmicos destroem tumba do profeta Jonas em 2014

Jornal Correio do Vale -26/07/2014

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O grupo radical Estado Islâmico (EL), que domina partes do Iraque e da Síria, destruiu na quinta-feira uma mesquita histórica em Mosul, no norte do Iraque, segundo residentes. O local é sagrado por abrigar a tumba do profeta Jonas, que foi engolido por uma baleia nas tradições islâmicas e judaico-cristã. A mesquita foi construída sobre um sítio arqueológico do século 8 a.C.

Os militantes do EI alegaram que o local era usado para apostasia e não para oração. O EI já explodiu outros locais sagrados sunitas em Mosul. No mês passado, destruiu sete lugares de culto xiita na cidade de Tal Afar, segundo a Human Rights Watch. O EI criou um califado (Estado islâmico) nas áreas que domina nos dois países, impondo as leis segundo determina a tradição islâmica. Em Mosul, o grupo tem advertido as mulheres de que agora são obrigadas a usar véus que cubram todo o rosto, do contrário sofrerão severas punições.

fonte: Jornal Correio do Vale -26/07/2014

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Como era o local

 

 

Livro de Jonas (Círculo Bíblico 3/4)

Círculo Bíblico: Livro de Jonas – 3/4

Este é o terceiro de uma série de 4 posts que tratarão de um Círculo Bíblico sobre o Livro de Jonas. A ideia é fazer encontros com a comunidade ou grupos interessados no estudo da Bíblia (dentro ou fora da igreja) e não uma palestra onde um fala e os outros ouvem, mas sim uma partilha numa conversa, mais como uma vivência da fé do que apenas um sermão. Para isso é importante que todos tenham nas mãos a Bíblia e caso contrário, ao menos o Livro de Jonas (editoras como a Paulus tem edições mais acessíveis apenas com os livros separados da Bíblia como um todo) ou em ultimo caso um folheto impresso com os capítulos que serão lidos. De qualquer forma o ambiente é muito importante e mais ainda que sejam respeitados horários, dias e frequências com que os encontros acontecerão. Funciona muito bem se for uma vez por semana, mas a demanda dos participantes deve ser levada em consideração. Grupos com até 20 pessoas são mais interessantes do que grandes grupos, para que o trabalho seja mais próximo, mas não impede que sejam formados grupos bem maiores. É indispensável que tenha-se ao menos uma equipe (podem ser 2 ou 3 pessoas) para preparar o espaço (decoração, café ou suco ou lanche se for o caso) e tentar fazer estes encontros na igreja e ainda melhor se for nas casas das pessoas. Exemplo: Hoje é na casa do João, no próximo encontro o grupo vai na casa da Maria e assim por diante, assim já se cria um ambiente mais amigável e familiar abrindo a possibilidade da família acolhedora partilhar. Não posso esquecer de frisar que os encontros devem durar até 50 minutos (1 hora no máximo), encontros muito longos não são proveitosos, se tornam cansativos e desestimulam a participação no restante do círculo. Entregar um certificado no final é uma boa ideia.

Cronograma

  1. Oração Inicial
  2. Canto
  3. Leitura (dividir em partes para que todos que se sentirem a vontade possam ler)
  4. Junto com cada parte lida cabe a discussão sobre o que foi lido
  5. Plenária (o que cada um entendeu)
  6. Fechamento com uma oração e o abraço da paz (um canto também é interessante)

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Capítulo 3: Pregação e Conversão

“1.A palavra do Senhor foi dirigida pela segunda vez a Jonas nestes termos: 2.Vai a Nínive, a grande cidade, e faze-lhe conhecer a mensagem que te ordenei. 3.Jonas pôs-se a caminho e foi a Nínive, segundo a ordem do Senhor. Nínive era, diante de Deus, uma grande cidade: eram precisos três dias para percorrê-la. 4.Jonas foi pela cidade durante todo um dia, pregando: Daqui a quarenta dias Nínive será destruída. 5.Os ninivitas creram (nessa mensagem) de Deus, e proclamaram um jejum, vestindo-se de sacos desde o maior até o menor. 6.A notícia chegou ao conhecimento do rei de Nínive; ele levantou-se do seu trono, tirou o manto, cobriu-se de saco e sentou-se sobre a cinza. 7.Em seguida, foi publicado pela cidade, por ordem do rei e dos príncipes, este decreto: Fica proibido aos homens e aos animais, tanto do gado maior como do menor, comer o que quer que seja, assim como pastar ou beber. 8.Homens e animais se cobrirão de sacos. Todos clamem a Deus, em alta voz; deixe cada um o seu mau caminho e converta-se da violência que há em suas mãos. 9.Quem sabe, Deus se arrependerá, acalmará o ardor de sua cólera e deixará de nos perder! 10.Diante de uma tal atitude, vendo como renunciavam aos seus maus caminhos, Deus arrependeu-se do mal que resolvera fazer-lhes, e não o executou.”
Jonas, 3 – Bíblia Católica Online

O que podemos refletir sobre isso

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Padre Roger Araújo da Comunidade Canção Nova escreve em sua homilia da quaresma de 2014: “Nos dias de hoje, nós precisamos ser como Jonas e pregar nas cidades, nos bairros, nas igrejas, nos povoados, onde o pecado e a resistência à Palavra de Deus acontecem e dizer às pessoas que a salvação não é para um grupo apenas, não é apenas para as pessoas que estão na Igreja, que frequentam a igreja. Não, a salvação de Deus é para todos nós! Assim como a pregação de Jonas foi eficaz e o povo deixou os pecados para se voltar para Deus, a nossa pregação também precisa ser eficaz, pregação que vai com exemplo de vida e que aponta para os outros que a salvação está em Jesus. …assim como o povo de Nínive viveu quarenta dias de penitência, nós somos chamados a viver a penitência não só por nós, pela nossa conversão; pela conversão da nossa casa, da nossa família, da nossa penitência, o nosso jejum, mas sim pelos outros. Os nossos atos de misericórdia devem ser para atingir tantos outros que estão longe dos caminhos do Senhor. Tantos que vivem nas “Nínives” da vida em busca de um sentido para a própria vida. A nossa oração e a nossa penitência devem alcançar a todos quantos for possível!”

Interessante que o número 40 aparece aqui (como em muitas outras oportunidades nos livros bíblicos) e demonstra que a oração incessante e a conversão é muito eficaz. Mais interessante ainda é ver que o povo de Nínive aceitou a pregação de Jonas com mais facilidade do que ele próprio quando recebeu sua missão. Devemos sempre acreditar que nada é impossível para Deus. Tem pessoas que evitam fazer algo pela comunidade pois se sentem derrotados antes mesmo da batalha começar.

Milton Cesar

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Quem foi Jonas

Jonas (do hebraico יוֹנָה [Yonah]; em latim Ionas) foi, segundo a Bíblia, um profeta israelita da Tribo de Zebulom, filho de Amitai, natural de Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel Setentrional. (II Reis 14:25; Jonas 1:1) Crê-se que tenha sido o escritor do livro bíblico do Antigo Testamento que leva o seu nome.

O Livro de Jonas é um livro profético e faz parte dos chamados profetas menores, mas isso não quer dizer que ele tenha menos importância que os demais, trata-se sim do tamanho do livro. Por exemplo o Livro de Jonas tem apenas 4 capítulos já o livro de Isaías tem 66 capítulos e este pertence ao grupo dos profetas maiores.

”Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração” (Lucas 11,30).

 

Livro de Jonas (Círculo Bíblico – 2/4)

Círculo Bíblico: Livro de Jonas – 2/4

Este é o segundo de uma série de 4 posts que tratarão de um Círculo Bíblico sobre o Livro de Jonas. A ideia é fazer encontros com a comunidade ou grupos interessados no estudo da Bíblia (dentro ou fora da igreja) e não uma palestra onde um fala e os outros ouvem, mas sim uma partilha numa conversa, mais como uma vivência da fé do que apenas um sermão. Para isso é importante que todos tenham nas mãos a Bíblia e caso contrário, ao menos o Livro de Jonas (editoras como a Paulus tem edições mais acessíveis apenas com os livros separados da Bíblia como um todo) ou em ultimo caso um folheto impresso com os capítulos que serão lidos. De qualquer forma o ambiente é muito importante e mais ainda que sejam respeitados horários, dias e frequências com que os encontros acontecerão. Funciona muito bem se for uma vez por semana, mas a demanda dos participantes deve ser levada em consideração. Grupos com até 20 pessoas são mais interessantes do que grandes grupos, para que o trabalho seja mais próximo, mas não impede que sejam formados grupos bem maiores. É indispensável que tenha-se ao menos uma equipe (podem ser 2 ou 3 pessoas) para preparar o espaço (decoração, café ou suco ou lanche se for o caso) e tentar fazer estes encontros na igreja e ainda melhor se for nas casas das pessoas. Exemplo: Hoje é na casa do João, no próximo encontro o grupo vai na casa da Maria e assim por diante, assim já se cria um ambiente mais amigável e familiar abrindo a possibilidade da família acolhedora partilhar. Não posso esquecer de frisar que os encontros devem durar até 50 minutos (1 hora no máximo), encontros muito longos não são proveitosos, se tornam cansativos e desestimulam a participação no restante do círculo. Entregar um certificado no final é uma boa ideia.

Cronograma

  1. Oração Inicial
  2. Canto
  3. Leitura (dividir em partes para que todos que se sentirem a vontade possam ler)
  4. Junto com cada parte lida cabe a discussão sobre o que foi lido
  5. Plenária (o que cada um entendeu)
  6. Fechamento com uma oração e o abraço da paz (um canto também é interessante)

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Capítulo 2 – O Peixe

“1.O Senhor fez que ali se encontrasse um grande peixe para engolir Jonas, e este esteve três dias e três noites no ventre do peixe. 2.Do fundo das entranhas do peixe, Jonas fez esta prece ao Senhor, seu Deus: 3.Em minha aflição, invoquei o Senhor, e ele ouviu-me. Do meio da morada dos mortos, clamei a vós, e ouvistes minha voz. 4.Lançastes-me no abismo, no meio das águas e as ondas me envolviam. Todas as vossas vagas e todas as vossas ondas passavam sobre mim. 5.E eu já dizia: fui rejeitado de diante de vossos olhos. Acaso me será dado ainda rever vosso santo templo?! 6.As águas envolviam-me até a garganta, o abismo me cercava. As algas envolviam-me a cabeça. 7.Eu tinha descido até as raízes das montanhas, até a terra cujos ferrolhos eternos (se fecharam) sobre mim. 8.Quando desfalecia a minha vida, pensei no Senhor; minha oração chegou a vós, no vosso santo templo. 9.Os que servem a ídolos vãos abandonam a fonte das graças. 10.Eu, porém, oferecerei um sacrifício com cânticos de louvor, e cumprirei o voto que fiz. Do Senhor vem a salvação. 11.Então o Senhor ordenou ao peixe, e este vomitou Jonas na praia.”
Jonas, 2 – Bíblia Católica Online

O podemos refletir sobre isso

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A fuga de Jonas durou pouco, perto do que ele planejava. Logo quando caiu no mar aberto, pensou que morreria afogado, e dá para se imaginar o desespero ainda maior quando um peixe (a Bíblia não diz qual peixe, mas por convenção ficou uma como sendo uma baleia já que é o único ser possível e conhecido, capaz de engolir um homem inteiro no mar sem mastigá-lo, apesar de ser um mamífero marinho e não um peixe) o engole e ele fica por dias e noites achando que logo estaria morto. É o famoso sair da frigideira e cair no fogo.

Infelizmente Jonas só aceita o amor de Deus no momento de desespero. Assim como muitas pessoas que só entendem o verdadeiro significado de se estar na presença de Deus nos piores momentos da sua vida. Existe uma frase que diz: “Você vai para Deus pelo amor ou pela dor. ” – pena que tanta gente só encontra o amor de Deus pela dor. Por isso vemos tantas pessoas dizendo que “encontraram Jesus” ou “aceitaram a Jesus”, na verdade o amor de Jesus sempre esteve ali, mas nos momentos de alegria, muita gente não enxerga isso, já na dor, no desespero esse amor é mais fácil de se ver. Jonas é um destes. Apesar de ter ouvido o chamado de Deus, ele finge-se de surdo e tenta fugir. Mas quando enfrenta a morte por duas vezes ele finalmente se converte.

Uma boa reflexão seria cada um responder: Quando foi que você se converteu? Lembra-se como e porque?

Não é para julgar, mas para entendermos como funciona os desígnios de Deus

Milton Cesar

Quem foi Jonas

Jonas (do hebraico יוֹנָה [Yonah]; em latim Ionas) foi, segundo a Bíblia, um profeta israelita da Tribo de Zebulom, filho de Amitai, natural de Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel Setentrional. (II Reis 14:25; Jonas 1:1) Crê-se que tenha sido o escritor do livro bíblico do Antigo Testamento que leva o seu nome.

O Livro de Jonas é um livro profético e faz parte dos chamados profetas menores, mas isso não quer dizer que ele tenha menos importância que os demais, trata-se sim do tamanho do livro. Por exemplo o Livro de Jonas tem apenas 4 capítulos já o livro de Isaías tem 66 capítulos e este pertence ao grupo dos profetas maiores.

”Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração” (Lucas 11,30).

 

Livro de Jonas (Círculo Bíblico – 1/4)

Círculo Bíblico: Livro de Jonas – 1/4

Este é o primeiro de uma série de 4 posts que tratarão de um Círculo Bíblico sobre o Livro de Jonas. A ideia é fazer encontros com a comunidade ou grupos interessados no estudo da Bíblia (dentro ou fora da igreja) e não uma palestra onde um fala e os outros ouvem, mas sim uma partilha numa conversa, mais como uma vivência da fé do que apenas um sermão. Para isso é importante que todos tenham nas mãos a Bíblia e caso contrário, ao menos o Livro de Jonas (editoras como a Paulus tem edições mais acessíveis apenas com os livros separados da Bíblia como um todo) ou em ultimo caso um folheto impresso com os capítulos que serão lidos. De qualquer forma o ambiente é muito importante e mais ainda que sejam respeitados horários, dias e frequências com que os encontros acontecerão. Funciona muito bem se for uma vez por semana, mas a demanda dos participantes deve ser levada em consideração. Grupos com até 20 pessoas são mais interessantes do que grandes grupos, para que o trabalho seja mais próximo, mas não impede que sejam formados grupos bem maiores. É indispensável que tenha-se ao menos uma equipe (podem ser 2 ou 3 pessoas) para preparar o espaço (decoração, café ou suco ou lanche se for o caso) e tentar fazer estes encontros na igreja e ainda melhor se for nas casas das pessoas. Exemplo: Hoje é na casa do João, no próximo encontro o grupo vai na casa da Maria e assim por diante, assim já se cria um ambiente mais amigável e familiar abrindo a possibilidade da família acolhedora partilhar. Não posso esquecer de frisar que os encontros devem durar até 50 minutos (1 hora no máximo), encontros muito longos não são proveitosos, se tornam cansativos e desestimulam a participação no restante do círculo. Entregar um certificado no final é uma boa ideia.

Cronograma

  1. Oração Inicial
  2. Canto
  3. Leitura (dividir em partes para que todos que se sentirem a vontade possam ler)
  4. Junto com cada parte lida cabe a discussão sobre o que foi lido
  5. Plenária (o que cada um entendeu)
  6. Fechamento com uma oração e o abraço da paz (um canto também é interessante)

Quem foi Jonas

Jonas (do hebraico יוֹנָה [Yonah]; em latim Ionas) foi, segundo a Bíblia, um profeta israelita da Tribo de Zebulom, filho de Amitai, natural de Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel Setentrional. (II Reis 14:25; Jonas 1:1) Crê-se que tenha sido o escritor do livro bíblico do Antigo Testamento que leva o seu nome.

O Livro de Jonas é um livro profético e faz parte dos chamados profetas menores, mas isso não quer dizer que ele tenha menos importância que os demais, trata-se sim do tamanho do livro. Por exemplo o Livro de Jonas tem apenas 4 capítulos já o livro de Isaías tem 66 capítulos e este pertence ao grupo dos profetas maiores.

”Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração” (Lucas 11,30).

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Capitulo 1 – A Fuga de Jonas

O livro de Jonas é além de um ensinamento poderoso, uma grande aventura também.

PROFECIA DE JONAS – A FUGA
1. A palavra do Senhor veio a Jonas, filho de Amati: 2. “Levanta-te! Vai a Nínive, aquela grande cidade, e denuncia suas injustiças, que chegaram à minha presença”.3. Jonas partiu então, mas com a intenção de escapar da presença do Senhor, fugindo para Tarsis. Desceu até Jope, onde encontrou um navio que estava de partida para lá. Pagou a passagem e embarcou, para tentar escapar da presença do Senhor. 4. Mas o Senhor mandou sobre o mar um vento forte que provocou grande agitação com ondas violentas que, parecia, iam arrebentar o navio. 5. Os marinheiros ficaram com medo e puseram-se a orar, cada qual ao próprio deus. Jogaram ao mar a carga que o navio transportava, a fim de aliviar-lhe o peso. Jonas tinha descido ao porão e, deitado, dormia a sono solto. 6. Indo até onde ele estava, o capitão disse-lhe: “Como podes estar dormindo? Levanta-te! Ora ao teu deus! Quem sabe ele se lembra de nós e não nos deixa morrer!” 7. Depois disseram uns aos outros: “Vamos tirar a sorte para ver quem é o culpado dessa desgraça que está nos acontecendo!” Tiraram a sorte, que caiu sobre Jonas. 8. Disseram-lhe, então: “Dize-nos porque nos aconteceu essa desgraça! Qual é a tua profissão? De onde vens? Qual a tua terra? Qual a tua gente?” 9. Jonas respondeu: “Sou hebreu. Adoro o Senhor, o Deus do céu e da terra, aquele que fez o mar e a terra firme”.10. Os homens ficaram muito assustados e disseram: “Mas por que fizeste isso?” Eles entenderam que Jonas estava fugindo da presença do Senhor, pois ele próprio lhes havia contado tudo. 11. Disseram-lhe: “Que vamos fazer contigo para o mar se acalmar?” O mar estava cada vez mais agitado. 12. Jonas respondeu: “Vamos! Atirai-me ao mar e ele ficará todo calmo ao vosso derredor, porque eu sei que foi por minha causa que vos veio tão forte temporal”. 13.Tentaram remar para se aproximarem de terra firme, mas não conseguiam porque o mar estava ficando cada vez mais agitado, o vento soprando em sentido contrário. 14. Clamaram, pois, ao Senhor: “Ah! Senhor, não queremos perder a vida junto com este homem! Não faças cair sobre nós um castigo indevido. Tu és o Senhor e fazes tudo o que queres”.15.Pegaram Jonas e o atiraram fora do navio. Imediatamente o mar se acalmou. 16.Aqueles homens passaram a temer muito ao Senhor, oferecendo-lhe sacrifícios e fazendo-lhe promessas.

Jonas é chamado por Deus para converter uma cidade onde o pecado estava instalado. Era uma mensagem do Criador para que todos pudessem ser salvos, porém Jonas tenta fugir, mas não consegue.

O Papa Francisco escreve em sua catequese de janeiro de 2017: “Jonas é um profeta “em saída” e também um profeta em fuga! É um profeta em saída que Deus envia “à periferia”, em Nínive, para converter os moradores daquela grande cidade. Mas Nínive, para um israelita como Jonas, representava uma realidade ameaçadora, o inimigo que colocava em perigo a própria Jerusalém e, portanto, a destruir, não a salvar. Por isso, quando Deus manda Jonas para rezar naquela cidade, o profeta, que conhece a bondade do Senhor e o seu desejo de perdoar, procura escapar da sua tarefa e foge. Durante a sua fuga, o profeta entra em contato com alguns pagãos, os marinheiros do navio no qual ele embarcou para se afastar de Deus e da sua missão. E foge para longe, porque Nínive ficava na região do Iraque e ele foge para a Espanha, foge sério. E é justamente o comportamento daqueles homens pagãos, como depois será dos moradores de Nínive, que nos permite hoje refletir um pouco sobre esperança que, diante do perigo e da morte, se exprime em oração.

De fato, durante a travessia do mar, surge uma tremenda tempestade, e Jonas desce para o porão do navio e se abandona ao sono. Os marinheiros, em vez disso, vendo-se perdidos, “invocaram cada um o próprio deus”: eram pagãos (Jn 1, 5). O capitão do navio acorda Jonas dizendo-lhe: “O que fazes dormindo? Levanta-te, invoca o teu Deus! Talvez Deus vai pensar em nós e não pereceremos” (Jn 1, 6).

A reação destes “pagãos” é a justa reação diante da morte, diante do perigo; porque é então que o homem faz completa experiência da própria fragilidade e da própria necessidade de salvação. O instintivo horror de morrer desperta a necessidade de esperar no Deus da vida. “Talvez Deus pensará em nós e não pereceremos”: são as palavras da esperança que se torna oração, aquela súplica cheia de angústia que sai dos lábios do homem diante de um iminente perigo de morte.

Muito facilmente nós desdenhamos o dirigir-se a Deus na necessidade como se fosse apenas uma oração interessada, e por isso imperfeita. Mas Deus conhece a nossa fraqueza, sabe que nos recordamos Dele para pedir ajuda, e com o sorriso indulgente de um pai, Deus responde com benevolência.

Quando Jonas, reconhecendo as próprias responsabilidades, se joga ao mar para salvar os seus companheiros de viagem, a tempestade se acalma. A morte iminente levou aqueles homens pagãos à oração, fez com que o profeta, apesar de tudo, vivesse a própria vocação a serviço dos outros aceitando sacrificar-se por eles, e agora conduz os sobreviventes ao reconhecimento do verdadeiro Senhor e ao louvor. Os marinheiros, que tinham rezado com medo dirigindo-se aos seus deuses, agora, com sincero temor do Senhor, reconhecem o verdadeiro Deus e oferecem sacrifícios e votos. A esperança que os tinha induzido a rezar para não morrer, se revela ainda mais poderosa e trabalha uma realidade que vai também além do que eles esperavam: não somente não perecem na tempestade, mas se abrem ao reconhecimento do verdadeiro e único Senhor do céu e da terra.”

Ensinamento

Jonas é um dos ápices do ensinamento do Antigo Testamento. Ele rompe até mesmo com os ensinamentos clássicos dos profetas, mostrando que as ameaças de Deus, na verdade, são expressões de uma vontade misericordiosa, que só espera a manifestação do arrependimento para dispensar o perdão. Deus quer a conversão.

Além disso, outro elemento importante é o universalismo. Os personagens pagãos (marinheiros, rei assírio, até os animais de Nínive) são bem vistos; o inimigo mais terrível de Israel (a Assíria destruiu a Samaria!) entra nos planos de Deus. Deus não é só dos judeus, mas também dos pagãos!

Qual reflexão podemos ter deste capitulo?

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Muitas vezes insistimos em não ouvir a vontade de Deus, e não atendemos seu chamado. Na comunidade de fé, algumas pastorais estão sempre lotadas de voluntários e outras não. Será que todos realmente estão escutando a voz de Deus e se pondo em missão ou estão apenas onde acham mais fácil? Lembre-se que seguir a Deus nem sempre é pelo caminho fácil. Vejo muitas paróquias formadas de muitas comunidades, e algumas destas comunidades com muita dificuldade de achar voluntários para o trabalho, enquanto outras já mais estabelecidas com pessoas se acotovelando para o serviço. É valido isso? Sim e não. Sim porque é trabalhar para Deus de qualquer forma, Não, porque é preciso socorrer a todos. A messe é grande e precisa de operários.

Milton Cesar

Onde fica Nínive

Foi uma cidade muito importante do Império Assírio. Foi destruída em 612 antes de Cristo. Ficava às margens do rio Tigre, na região norte da Mesopotâmia, no atual Iraque. A imagem acima mostra claramente onde estava a cidade. Uma “cidade excessivamente grande”, como é chamada no Livro de Jonas, jazia na margem oriental do rio Tigre, na antiga Assíria. Nínive (Ninawa) era um grande amontado de vários vilarejos ao longo do rio tigre. Onde atualmente existe a cidade moderna de Mossul, no estado de Ninawa do Iraque.

Onde fica Társis

Uma cidade do Leste, na costa do Oceano Índico, com base em que navios de Társis saíram de Eziongeber, no Mar Vermelho. Cartago. Um porto fenício na Espanha, localizado entre as duas bocas do rio Guadalquivir. Esta era a localização destino do navio que levou o profeta Jonas, quando ele navegou de Jope.

Onde fica Jope

A cidade bíblica de Jope é hoje conhecida como Jaffa. Este foi o principal porto da costa antes de os israelitas construírem os portos de Haifa e Ashdod. A moderna cidade de Tel Aviv foi fundada nos arredores de Jafa em 1909 e hoje abrange a antiga cidade. Tel Aviv significa ” Colina da Primavera” e mantém o mesmo nome que tinha a cidade durante o período do exílio em Babilônia (Ez 3:15). Hoje a área de Tel Aviv é a maior área metropolitana em Israel. É uma antiga cidade portuária de Israel, tida como uma das mais antigas do mundo. A partir de 1950, Jaffa foi incorporada a Tel Aviv, formando uma única municipalidade e, por esta razão, a cidade israelense leva o nome oficial de Tel Aviv-Yafo.