Desejar um Feliz Natal. Como assim? (Mensagem, Origens e Símbolos)

Mensagem

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Nos meus tempos de criança, o Natal era uma época mágica, onde eram promovidos encontros com aqueles tios e tias, primos e primas queridos e distantes. No meu caso esta distância era de mais ou menos 450 Km (distância entre Campinas e Marília, SP) e era como se o ano todo fosse preparado para este dia. Os presentes nem eram importantes, o que valia era o reencontro, a conversa, a brincadeira… o amor. Por isso quando chegava a hora da partida, três ou quatro dias após o Natal, essa vinha encharcada em choro de uma saudade que já nascia antes mesmo de se partir de verdade.

Mas este sentimento tão particular foi se perdendo ao sabor do tempo. Não porque nos tornamos menos amigos, mas crescemos e o mundo mudou.

Penso que dos anos 2000 para cá, nada tem mais um significado tão denso. As pessoas se afastaram da igreja, a tecnologia que dizem veio para unir os povos, na verdade afastou as pessoas e o que antes era encontro, se tornou apenas uma mensagem num desses apps das ditas redes sociais.

Mas a pergunta é: Você sabe porque dizer Feliz Natal?

Poderíamos lembrar que o Natal é na verdade o nascimento de Jesus Cristo!

“1.Naqueles tempos apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra. 2.Este recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. 3.Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade. 4.Também José subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, 5.para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. 6.Estando eles ali, completaram-se os dias dela. 7.E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. 8.Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. 9.Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. 10.O anjo disse-lhes: Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: 11.hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. 12.Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura. 13.E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: 14.Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina). 15.Depois que os anjos os deixaram e voltaram para o céu, falaram os pastores uns com os outros: Vamos até Belém e vejamos o que se realizou e o que o Senhor nos manifestou. 16.Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. 17.Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino. 18.Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores. 19.Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração. 20.Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito.”  (São Lucas, 2 – Bíblia Católica Online)

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Mas é mais que isso. O nascimento de Jesus mudou o mundo, e está muito ligado a luz. E o que a luz faz? Ela ilumina os lugares escuros, te dando a possibilidade de enxergar os caminhos e sair das trevas.

Jesus veio para isso, tirar o mundo das trevas e iluminar o caminho.

Mas o nascimento de Jesus também está ligado a humildade. Ele nasceu numa manjedoura (um lugar para se alimentar os animais) em meio a um estábulo. Seria um lugar simples onde poucos gostariam de estar.

Luz, humildade… tem ainda generosidade. Aquele homem, dono da pousada se compadeceu da situação de José e Maria e ofereceu o único lugar que tinha para eles. Não para humilhá-los mas para socorrer. Sem saber ele estava ajudando o próprio Deus a ter seu filho.

Não da para esquecer o reconhecimento. Os reis magos vindos de terras distantes seguiram uma estrela (luz), e vieram ver o menino Jesus no estábulo que ainda estava (humildade) trazendo presentes: ouro, incenso e mirra (generosidade) e reconheceram que ele era o rei predito nas antigas escrituras e aguardado. Você já parou para pensar que estes reis nem eram judeus e já esperavam um rei que iria mudar o mundo?

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Pois é. No Natal é tempo de sermos humildes, generosos e reconhecermos nos nossos irmãos e irmãs (sejam parentes ou não) que a luz de Deus ai está. E o amor pode e deve ser compartilhado. Esse sim o maior presente de todos.

Então quando você desejar (não é só dizer) um Feliz Natal, saiba que estará desejando humildade, generosidade, reconhecimento e muita luz para que os caminhos de todos sejam iluminados pelo amor de Deus.

Milton Cesar

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Símbolos do Natal e seus significados

Presépio

O presépio é o único símbolo natalino baseado puramente nos Evangelhos. De tradição cristã, ele é a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu. Manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria e José acolhem o bebê numa cabana de madeira, em Belém. O hábito de montar presépios surgiu na Itália, onde o artesanato, simbolizando a vinda do filho de Maria ao mundo, caiu no gosto popular. O primeiro a montar um presépio foi São Francisco de Assis

Estrela

Presente na história bíblica, a estrela guiou os três reis magos até o local do nascimento de Jesus. Usada como enfeite, em especial no topo da árvore de Natal, simboliza o filho de Deus, que é a estrela-guia, o caminho e o sentido da humanidade. Também são lembradas na árvore de Natal as outras estrelas que estavam no céu, na noite em que Jesus nasceu. Também simboliza luz.

Coroa do Advento

A Coroa de Avento consiste em um círculo envolto em ramos verdes que sustenta quatro velas, que podem ser vermelhas ou multicoloridas. Nas quatro semanas que precedem o Natal, o objeto fica exposto nas igrejas católicas em pontos de destaque. Em conjunto, simbolizam a espera pela vinda do Senhor, sendo que os ramos são a eternidade de Deus e cada vela é um voto específico para os fiéis, enquanto sua luz é a afirmação de que o Evangelho brilha na vida de quem serve a Cristo.

Árvore de Natal (Pinheiro)

Os pinheiros são as únicas árvores que mantêm suas folhas mesmo no inverno. Vivo e verde o ano inteiro, representa no Natal a esperança, a alegria e a mudança. Quanto ao costume de colocar os presentes natalinos embaixo da árvore enfeitada, foi no palácio da Rainha Elizabeth I, em ocasião natalina, que tudo começou. Sem poder receber pessoalmente todos os presentes que lhe eram entregues, a inglesa pediu para que fossem depositados embaixo de uma grande árvore de seu jardim.

No mundo, milhões de famílias celebram o Natal ao redor de uma árvore. A árvore, símbolo da vida, é uma tradição mais antiga do que o próprio Cristianismo, e não é exclusiva de uma só religião.

Muito antes de existir o Natal , os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano em dezembro como um símbolo de triunfo da vida sobre a morte.

Já o costume de ornamentar a árvore pode ter surgido do hábito que os druidas tinham de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades deste mesmo dia do ano.A primeira referência a uma ” Árvore de Natal” é do século XVI. Na Alemanha, famílias ricas e pobres decoravam árvores com papel colorido, frutas e doces. Esta tradição se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos pelos colonizadores alemães. Logo, a árvore de Natal passou a ser popular em todo mundo.

Bolas de Natal

As coloridas bolas de Natal, colocadas nas pontas dos galhos dos pinheiros ou árvores artificiais, representam os frutos da vida humana e seus desejos, tais como amor, esperança, perdão e alegria. De formas e tamanhos diferentes, os enfeites também representam os gestos concretos de amor entre irmãos da Terra.

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Para decorar as ruas da Inglaterra, eram usadas flores da espécie sempre-vivas, que receberam significado maior na Alemanha, quando passaram a ser arrumadas em círculo para simbolizar o amor sem fim de Deus. Quando presente, a fita vermelha decorando as folhas verdes de pinheiro representa a proteção divina, tornando o enfeite ideal para ser pendurado nas portas dos lares.

Cartão de Natal

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O pintor inglês John Callcott Horsley foi responsável pelo primeiro Cartão de Natal da história (também chamado de postal de Natal). A pedido de Sir Henry Cole, que tinha o hábito de mandar cartas para seus familiares e amigos na época natalina, John produziu cartões com a mesma mensagem, que foram enviados aos próximos do cliente por estar ocupado demais para escrever. Hoje, a troca de cartões é uma forma de confraternização natalina bastante usada no mundo.

 

 

Sinos

O instrumento de anunciação das festas populares era principalmente usado no Natal, onde ganhou a adaptação simbólica de que seu badalar informa o nascimento de Jesus Cristo. Presente nas decorações natalinas como enfeite de porta ou para pendurar na árvore de Natal, o objeto ainda é protagonista de algumas cantigas, como “Bate o Sino”.

Ceia

Com o intuito de unir as pessoas para festejar a vinda de Cristo ao mundo, a fartura da ceia é uma alusão à fome que as sociedades antigas passavam. Para simbolizar o corpo do filho de Deus, a carne (peru, ganso ou peixe) é posta na mesa. “Amai-vos uns aos outros” é o principal lema da ceia de Natal, onde também não podem faltar bolos e frutas para o agrado das famílias.

Presentes

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Para muitas pessoas, os presentes definem o Natal. Eles se concentram na entrega e recebimento de presentes em vez de no nosso maior presente Jesus que se entregou a nós no Natal. Os sábios que trouxeram seus presentes de ouro, incenso e mirra para honrar o rei infantil na manha de Belém inspiraram o conceito de entrega de presentes no Natal.

A troca de presentes na noite de natal é uma forma de confraternização entre as pessoas e para concretizar o significado do Papai Noel, pois a maioria das crianças acreditam que é do bom velhinho que está vindo os presentes.

Religiosamente que dizer que o presente maior que é Jesus Cristo acaba de ser entregue a todos.

Peru

Por ser uma ave robusta, o peru se tornou uma tradição no Natal por simbolizar fartura. Por ser uma ave das florestas norte americana, o peru era usado antigamente como prêmio entre as tribos que conquistavam um novo território.

Papai Noel

Papai Noel é retratado como um velhinho gordo, com barbas e cabelos brancos, roupa vermelha e branca e, nas costas, um saco de presentes.

Sua figura baseia-se em São Nicolau Taumaturgo, bispo de Mira.

São Nicolau é um santo popular e padroeiro da Noruega, da Rússia e da Grécia. Acredita-se que viveu na Turquia, na cidade de Mira, no século IV, onde saía com um saco cheio de ouro e lançava moedas pelas chaminés das casas das pessoas necessitadas.

Nos Estados Unidos, a tradição do velhinho de barba comprida e roupas vermelhas que anda num trenó puxado por renas ganhou força.A figura do Papai Noel que conhecemos hoje foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper’s Weeklys, em 1881 que logo a Coca Cola utilizou em campanhas publicitárias.

 

Missa do Galo

Missa do Galo é o nome dado pelos católicos à missa celebrada na Véspera de Natal que começa à meia noite de 24 para 25 de Dezembro.

Muitas igrejas acabam celebrando esta Missa em um horário mais acessível para a comunidade, por questões de segurança ou ate de preferencia da comunidade, mas esta seria uma missa de véspera de Natal (se celebrada na noite do dia 24 de dezembro) e não propriamente a Missa do Galo, porem a liturgia abre espaço para estas adaptações.

A expressão “Missa do Galo” é específica dos países latinos e deriva da lenda ancestral segundo a qual à meia-noite do dia 24 de dezembro um galo teria cantado fortemente, como nunca ouvido de outro animal semelhante, anunciando a vinda do Messias, filho de Deus vivo, Jesus Cristo.

Uma outra lenda, de origem espanhola, conta que antes de baterem as 12 badaladas da meia noite de 24 de Dezembro, cada lavrador da província de Toledo, em Espanha, matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando São Pedro negou Jesus, por ocasião da sua morte. A ave era depois levada para a Igreja a fim de ser oferecida aos pobres que viam, assim, o seu Natal melhorado. Era costume, em algumas aldeias espanholas, levar o galo para a Igreja para este cantar durante a missa, significando isto um prenúncio de boas colheitas. Mas isso era antigamente pois agora isso é proibido.

Outra origem da expressão é citada em o De onde vem as palavras, de Deonísio da Silva(Editora A Girafa): como o fato de a Missa de Natal normalmente terminar muito tarde “quando as pessoas voltavam para casa, os galos já estavam cantando”.

O galo também anuncia o nascer do sol e o seu canto simboliza o amanhecer, comemorado pelos pagãos, como forma de agradecer ao Deus-Sol o surgimento do sol após o longo período de inverno. A missa do galo é normalmente comemorada com muita alegria.

Para celebrar o nascimento de Jesus, a missa do galo foi instituída no século V, após o Concílio de Éfeso (431 D.C.), começando a ser celebrada oficialmente na basílica erigida no monte Esquilino pelo o papa Sisto III, dedicada a Nossa Senhora – posteriormente denominada Basílica de Santa Maria Maior. É celebrada à meia noite do dia 24 de dezembro para o dia 25, tendo recebido tal nome por se acreditar que por volta deste horário, há 2017 anos atrás, um galo cantou fortemente anunciando a vinda do Messias. O galo foi escolhido como símbolo desta celebração porque, historicamente e tradicionalmente, representa vigilância, fidelidade e testemunho cristão.

Nos primeiros séculos, as vigílias festivas eram dias de jejum. Os fiéis reuniam-se na Igreja e passavam a noite a rezar e a cantar. A Igreja era toda iluminada com lâmpadas de azeite e com tochas. A iluminar a Palavra de Deus havia círios e tochas junto do altar, enquanto que as paredes eram revestidas de panos e tapetes. O templo era perfumado com alecrim, rosmaninho e murta. Em alguns locais mais frios, era costume deitar palha no chão para aquecer o ambiente.

O jejum da vigília conduzia ao desprendimento e contemplação do mistério religioso. Quando se aboliu o jejum, o povo continuou a chamar consoada à ceia de Natal, embora fosse mais abundante. Como era costume comer peixe, esta tradição continuou. O termo “consoada”, que significa pequena refeição, surgiu no Séc. XVII, mas só se divulgou quando a classe mais rica começou a realizar uma pequena refeição após a missa da vigília do Natal.

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Na tradição católica cristã, todas as velas do advento se encontram acesas na Missa do Galo. Faz-se então celebração em missa solene e comunhão pelo nascimento do Messias, Jesus Cristo, onde além de vários outros cânticos, canta-se o tradicional cântico de Glória. Dada a sua importância e a tradição, pois anuncia o nascimento do Deus vivo, eis que o verbo se fez carne (Jo 1,14), o próprio Papa, bispo de Roma, deve conduzir a celebração pessoalmente, pois ele é sucessor de Pedro, o apóstolo que Jesus mesmo designou como primeiro dirigente da Igreja (Mt 16,18).

O Natal é a única celebração do calendário litúrgico que contempla três eucaristias: a da noite, a da aurora e a do dia. Destas três celebrações, a da noite (do galo) é a que reúne os aspectos históricos e humanos do nascimento de Cristo. Segundo São Gregório Magno a missa da noite comemora o nascimento temporal de Jesus; a da aurora ou do galo, celebra o nascimento de Jesus no coração dos fiéis; a missa do dia ou da festa, evoca o nascimento do Verbo no seio do Pai. Celebrada à meia-noite, a missa do galo, «in galli cantu», passou a ser a primeira da sequência litúrgica. Seguia-se-lhe a da «aurora» ou missa de alva (introduzida no século VI) e a missa própria do dia, que no século IV fora a primitiva celebração da festa religiosa do Natal.

A vigília de Natal começava com uma oração, com a leitura de Palavra de Deus, pregação e com um canto. Após a missa seguia-se a representação de um auto de Natal, dentro da Igreja. Antes do sol nascer, rezava-se a missa do galo ou da aurora. A meio da manhã do dia 25, celebrava-se a missa da festa. Ao entrar na Igreja, a grande curiosidade era o presépio. A missa de Natal começava com um cântico natalício. No momento do “Gloria in excelsis Deo”, as campainhas tocavam para assinalar o nascimento do Redentor. No fim da missa, todos iam beijar o menino. Em algumas Igrejas, o presépio estava tapado até à altura do cântico.

Hoje, tradicionalmente, depois da missa, as famílias voltam para suas casas, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, realizam cânticos e orações em memória do Messias, filho de Deus, e confraternizam-se e compartilham a Ceia de Natal, com eventual distribuição de presentes.

O nome Missa do Galo só se usa em português e espanhol. Na maior parte do mundo cristão chama-se simplesmente missa da noite de Natal ou missa da meia noite. Nos países de língua portuguesa e espanhola é que há a tradição de se chamar Missa do Galo.

Não há uma apenas uma explicação para este nome existindo várias lendas.

Uma aponta para um Papa. Terá sido Sisto III, que em 400, instituiu uma missa para celebrar o nascimento de Cristo ‘ad galli cantus’, isto é ‘à hora que o galo canta’, tendo com isto querido dizer ao início do novo dia: a meia-noite.

Há quem avance a explicação para o insólito nome escolhido com os primórdios do cristianismo, quando os cristãos iam em peregrinação a Belém onde se encontravam para rezar à hora do primeiro canto do galo.

E também diga que há muitos muitos anos se deu o acontecimento extraordinário de um galo cantar à meia noite da véspera para o dia de Natal, assinalando a chegada de Cristo.

Finalmente, há ainda a lenda de um galo ter assistido ao nascimento do Menino Jesus – além do burro e da vaca – tendo ficado o animal com a tarefa de para sempre festejar e anunciar a data ao mundo.

Num artigo de 2010, a Agência Ecclesia, da Igreja Católica, dá mais uma razão. Esta é de origem espanhola, e “conta que antes de baterem as 12 badaladas da meia noite de 24 de dezembro, cada lavrador da província de Toledo, em Espanha, matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus, por ocasião da sua morte”. A seguir, a “ave era depois levada para a Igreja a fim de ser oferecida aos pobres, que viam assim, o seu Natal melhorado”.

A Agência acrescenta que havia ainda o “costume, em algumas aldeias espanholas e portuguesas, de levar o galo para a Igreja para este cantar durante a missa, significando isto um prenúncio de boas colheitas”. (extraído de texto da Wikipedia)

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